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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Distância, mas só às vezes ...

Nas leituras em que estou mergulhado para a elaboração do trabalho de Metodologias de Investigação em Educação encontrei uma frase, numa entrevista ao Dr. João Paiva, que não posso deixar de partilhar:

"a aula ideal do futuro, na minha perspectiva, será bastante suportada tecnologicamente, com recursos complementares digitais, com e sem fio, com bastantes alternativas síncronas e assíncronas de aprendizagem, permitindo respeitar ritmos próprios, superar barreiras geográficas e trabalhar colaborativamente. Mas o homem em primeiro lugar! Se eu não puder cheirar a manhã de orvalho, se não puder ouvir o "barulho da escola", se eu não puder abraçar um aluno que ria ou que chore, eu não quero lá estar!..."

in http://www.educacao.te.pt/cultura_lazer/index.jsp?p=24&idEntrevista=113

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Primeiras impressões …

Uma das razões que me levou a candidatar-me a este mestrado foi o facto de ter uma componente não presencial. Pode parecer uma razão comodista mas a verdade é que se trata de uma razão que permite uma maior margem de manobra, maior do que nos mestrados em que a componente presencial é obrigatória e se espalha por um dia inteiro, e por vezes mais.

É claro que esta vantagem, que nos permite trabalhar on-line no conforto das nossas casas, obriga-nos a criar um outro tipo de disponibilidade para a execução dos muitos trabalhos solicitados.

Num mestrado com esta componente on-line não podia faltar uma unidade curricular que se ocupasse da temática do ensino não presencial, que nos dê a conhecer diferentes práticas desta modalidade e que nos oriente no sentido de conhecer as novas competências que se exigem a todas as partes envolvidas naquele que é, sem dúvida, o ensino do futuro.